O que é o câncer de estômago?
Tipo intestinal: localizado mais próximo ao intestino; associado a gastrite crônica com atrofia, metaplasia intestinal e displasia epitelial.
Tipo difuso: mais associado a fatores genéticos, comum em grupo sanguíneo A, mais próximo ao esôfago, mais comum em jovens e com pior prognóstico.
O que causa?
Interação de fatores: infecção por H. pylori e vírus Epstein-Barr, tabagismo, etilismo, alto consumo de sal, obesidade, entre outros.
Quais são os sintomas?
Sem sintomas específicos. Em fases iniciais, ausentes ou leves.
Quando presentes: dor epigástrica, emagrecimento, hemorragia digestiva, dispepsia, dor abdominal vaga, anemia, cansaço, perda do apetite, alteração do hábito intestinal — frequentemente confundidos com simples gastrite.
Como é o diagnóstico?
Endoscopia digestiva alta (EDA) é o método de escolha: visualização da lesão e biópsia.
Para estadiamento: ultrassonografia endoscópica e tomografia computadorizada. Alguns pacientes realizam laparoscopia para estadiamento.
Como funciona o tratamento?
O estadiamento define o tratamento: ressecção endoscópica, gastrectomia com linfadenectomia, quimioterapia ou combinação. A maioria necessita de cirurgia.
Antes da cirurgia, pode ser necessária a lavagem peritoneal diagnóstica para investigar disseminação intra-abdominal antes da gastrectomia.
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Agendar pelo WhatsAppConteúdo revisado por Dr. Geraldo Odilon Filho · Cirurgião Geral e do Aparelho Digestivo · CRM-PE 23.549
