Quais os tipos?
Pode ser classificado quanto à localização anatômica em distal, peri-hilar e intra-hepático.
O tipo intra-hepático é o menos comum; à histologia, apresenta-se como adenocarcinoma derivado do epitélio biliar intra-hepático.
O que causa?
Fatores de risco: colangite esclerosante primária, doença inflamatória intestinal, etilismo, tabagismo, fígado gorduroso, diabetes, cistos de colédoco, litíase intra-hepática e derivação biliodigestiva.
Estudos recentes mostram cirrose e hepatites crônicas pelos vírus B e C como fatores de risco. Alguns genes também têm sido associados à doença.
Sintomas e diagnóstico
Clínica inespecífica e sintomas tardios. Icterícia é o sintoma mais frequente. Dor abdominal, sintomas tipo gastrite, hepatomegalia e ascite são menos frequentes.
Laboratório: bilirrubina, fosfatase alcalina e gama-GT elevadas; marcadores tumorais podem ser usados.
Imagem: tomografia contrastada e ressonância magnética. O diagnóstico definitivo é histológico.
Como funciona o tratamento?
Diagnóstico frequentemente tardio e prognóstico ruim. O estadiamento define a melhor conduta.
O único tratamento com proposta curativa é o cirúrgico, com sobrevida de 40 a 60% em 3 anos. Quimioterapia pode ser utilizada em casos selecionados.
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Agendar pelo WhatsAppConteúdo revisado por Dr. Geraldo Odilon Filho · Cirurgião Geral e do Aparelho Digestivo · CRM-PE 23.549
